A Contraf-CUT cobrou da Caixa Econômica Federal respostas às reivindicações apresentadas em reunião realizada em 31 de março, que tratou do aprimoramento dos mecanismos de proteção às mulheres vítimas de violência doméstica e também de situações de violência no ambiente de trabalho.
As entidades sindicais, por meio da Comissão Executiva dos Empregados (CEE/Caixa), defendem que as trabalhadoras não sofram prejuízos profissionais ou financeiros ao acionarem medidas previstas na Convenção Coletiva de Trabalho (CCT), no Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) e no programa Acolhe. A principal preocupação é evitar que transferências ou afastamentos resultem em perda de função ou de renda.
Também foram cobradas melhorias nos procedimentos, com maior agilidade na análise dos casos, mais transparência nos dados e soluções específicas para situações em que a violência envolve colegas de trabalho ou clientes, especialmente em locais com poucas opções de realocação.
Para as entidades, embora haja avanços nas políticas do banco, ainda existem lacunas importantes. A Contraf-CUT reforça que os mecanismos de proteção precisam ser efetivos e garantir segurança, dignidade e estabilidade financeira às trabalhadoras em situação de vulnerabilidade.


