A Caixa Econômica Federal é um instrumento estratégico para o desenvolvimento do Brasil. Além de oferecer serviços financeiros, a instituição atua no financiamento da casa própria, em projetos de infraestrutura e saneamento, na administração de recursos dos trabalhadores e no pagamento de benefícios sociais.
O papel do banco é abordado na revista A Caixa que o Brasil precisa – 2027-2030, elaborada pela Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro da CUT (Contraf-CUT) e pela Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa (Fenae). A publicação defende a manutenção de uma Caixa 100% pública, capaz de contribuir para a redução das desigualdades e a ampliação de direitos.
Em 2025, a instituição alcançou 157,2 milhões de clientes e registrou lucro líquido contábil de R$ 16,1 bilhões. No primeiro semestre de 2026, a carteira de crédito chegou a R$ 1,448 trilhão, sendo mais de R$ 1 trilhão em crédito imobiliário.
A atuação da Caixa também se destaca na execução de programas sociais, como Bolsa Família, Seguro-Desemprego, Abono Salarial e Pé-de-Meia, além da gestão de recursos do FGTS, fundamentais para o financiamento habitacional e obras de infraestrutura.
Valorização dos trabalhadores
A defesa do caráter público da instituição está diretamente relacionada às condições de trabalho de seus empregados e empregadas. São esses profissionais que garantem o atendimento à população e viabilizam a execução das políticas públicas.
Segundo a publicação, manter equipes suficientes, profissionais qualificados e condições adequadas de trabalho é essencial para que a Caixa continue cumprindo sua função social.
Para a Contraf-CUT e a Fenae, fortalecer a Caixa pública significa preservar um patrimônio estratégico nacional, capaz de impulsionar investimentos, promover o desenvolvimento regional e garantir que milhões de brasileiros tenham acesso a serviços financeiros e direitos sociais.
A defesa de uma Caixa 100% pública, moderna e socialmente comprometida é, portanto, parte fundamental da construção de um país com menos desigualdade e mais oportunidades.


