Bancários na luta contra a Covid-19

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Os sindicatos dos bancários de todo o país agiram rápido nos cuidados com a saúde da categoria. No dia 11 de março, a Organização Mundial da Saúde decretou status de pandemia da Covid-19. No dia seguinte, foram feitas as primeiras reivindicações aos bancos. De lá pra cá, um mês se passou e muitas medidas foram adotadas graças aos pedidos e acompanhamento da representação dos trabalhadores.

A prioridade, no momento, é acabar com as aglomerações nas agências e em seus entornos, além de tentar evitar que os bancários sejam prejudicados pelas medidas autorizadas pelo governo e adotadas pelos bancos.

Histórico das negociações

  • No dia 12/3, um dia depois que a OMS decretou status de pandemia da Covid-19, o Comando Nacional dos Bancários mandou um ofício para a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) com as primeiras reivindicações e o pedido de reunião de negociação.
  • No dia 16/3, quando ocorreu a primeira reunião de negociação, foi criado o comitê de crise, formado pelo Comando e pela Fenaban.
  • No dia 18/3, o Comando enviou um ofício ao Banco Central solicitando a redução do horário de atendimento dos bancos. No dia 19, o BC publicou uma resolução atendendo ao pedido.
  • No dia 20/3, o Comando enviou ofício ao BB e à Caixa solicitando medidas contra as aglomerações.
  • No dia 23/3, ocorreu a segunda reunião entre o Comando e a Fenaban, onde foram apresentadas outras 17 reivindicações, entre elas, o pedido de não haver demissão durante a pandemia.
  • No dia 24/3, os bancos Itaú e Santander informaram ao Comando Nacional dos Bancários que acataram a reivindicação e que não demitirão trabalhadores enquanto a pandemia gerada pelo novo coronavírus (Covid-19) não for dissipada.
  • No dia 30/3, mesmo após a publicação da MP 927 e de outras medidas e declarações do presidente Bolsonaro incentivando a retomada das atividades, os bancos se comprometeram a manter trabalhadores em casa.
  • No dia 8/4, o Bradesco também assumiu o compromisso de não demitir funcionários enquanto perdurar a pandemia. Com isso, os três maiores bancos privados do país não demitirão, durante a pandemia.
  • No dia 13/4, em reunião com o Comando Nacional dos Bancários, os bancos informaram que vão atender reivindicação para oferecer máscaras com frente de acetato e instalar barreiras de acrílico nos locais de atendimento das agências.

Sempre na luta!

Neste período de pandemia, ficou bem evidente a atuação do movimento sindical em defesa dos bancários. Mas, você sabia que a PLR também é fruto da ação dos sindicatos? Os vales refeição e alimentação, o convênio médico e tudo aquilo que os bancos dizem ser “benefícios” são, na verdade, conquistas da luta da categoria.

Reprodução: Contrafcut

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