Os trabalhadores alertaram que a redução da rede física tem gerado sobrecarga, aumento de filas e piora no atendimento, especialmente em regiões com maior dependência do serviço presencial. Segundo a categoria, as unidades remanescentes operam no limite e a pressão sobre os empregados vem aumentando.
A COE destacou ainda impactos no desempenho e na saúde dos bancários, citando o uso de indicadores como o NPS e o crescimento de afastamentos por adoecimento relacionado ao trabalho. O modelo de gestão também foi criticado, com questionamentos sobre mudanças sem diálogo e o Programa Conduta Certa.
O banco apresentou dados sobre o fechamento de unidades nos últimos anos e informou que fará uma reunião específica para detalhar o programa citado. Também se comprometeu a analisar a suspensão de contratos direcionados a trabalhadores considerados “hipersuficientes”, após questionamentos dos sindicatos.
As entidades sindicais cobram a revisão da política de fechamento de agências, reforço no quadro de pessoal e melhores condições de atendimento à população.


