A Comissão Executiva dos Empregados (CEE) da Caixa Econômica Federal segue cobrando respostas da direção do banco sobre propostas apresentadas em março voltadas à proteção de mulheres vítimas de violência doméstica, institucional e assédio no ambiente de trabalho.
As medidas defendidas pelas entidades sindicais preveem que empregadas que precisem ser transferidas por motivo de segurança não sofram prejuízos salariais ou profissionais, garantindo a manutenção da remuneração de função e das condições da unidade de origem. A representação dos trabalhadores também cobra o fortalecimento dos mecanismos de acolhimento previstos na Convenção Coletiva de Trabalho (CCT), para que tenham aplicação efetiva no dia a dia do banco.
Quase dois meses após a reunião de negociação, o movimento sindical afirma que ainda não recebeu retorno concreto da Caixa sobre as propostas, o que tem gerado cobrança por avanços na mesa de negociação. O coordenador da CEE/Caixa, Felipe Pacheco, reforçou a necessidade de respostas do banco. “A Caixa precisa respeitar a mesa de negociação e apresentar encaminhamentos para um tema tão sensível, que envolve a proteção da vida e da integridade das empregadas”, afirmou.


